Caos na produção do milho, elevará preço da carne e do leite ao consumidor

MILHO_DÓLARPrimeiro foi o feijão carioca, depois os hortifrutigranjeiros (um exemplo apenas: quilo do pimentão verde está por volta de R$ 16,00 em algumas capitais) e, agora, é o milho que certamente deixará as autoridades federais desassossegadas. Com a queda de produção no País (se precisa perto de 5 milhões de toneladas-mês para atender a demanda interna), o milho virou artigo de alto luxo, quando se encontra. Mas, o pior está por vir: o valor da  gramínea baliza, principalmente, os da carne e do leite. Segundo os analistas, isto ira impactar a economia pela natural elevação dos preços ao consumidor.
No que se relaciona à carne, notícias oficiais dão conta de que houve acentuada redução do consumo. A crise econômica pesou e os brasileiros estão abrindo mão da carne vermelha no dia a dia.
Os preços de vários tipos de corte, que em anos anteriores subiram mais do que a inflação devido o consumo aquecido, tiveram queda de janeiro a junho deste ano, segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).
A diminuiçâo tem preocupado os frigoríficos, segundo a Abrafrigo (associação de frigoríficos).
Com a crise, os brasileiros, que comiam, em média, 36 quilos de carne por ano, passaram a consumir 32 quilos em 2016.
Em 2015, o preço das carnes teve alta de 12,48%, de acordo com o IPCA, o que levou os brasileiros a substitui-la por opções mais baratas.
Neste ano, embora a inflação esteja menor, o recuo continua, segundo a Abrafrigo, em função da queda do poder aquisitivo da população.

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