Força Sindical lança mulher para concorrer no STI Alimentação de Florianópolis (SC)

suelli-duarte-1Numa luta que se avizinha como de gigantes entre as maiores centrais do País – Força Sindical e CUT – duas chapas vão disputar as eleições no Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação da Grande Florianópolis, previstas para os dias 9 e 10 de novembro. O pleito terá uma grande novidade em se tratando de eleições sindicais: toda a categoria (independente de ser ou não sócia da entidade) poderá votar, por determinação do MPT (Ministério Público do Trabalho).
Explica-se: a entidade, fundada em 1988, está sob o regime de intervenção e, segundo informações extraoficiais, uma das tantas razões que exigiu providencias das autoridades foi a discrepância entre número de diretores (35) e de sócios do Sindicato (26). “Algo inominável”, revela Suelli Duarte, 30 anos, técnica de segurança do Trabalho, funcionária da JBS, que lidera a chapa de oposição. Para ela, o principal ganho desta eleição é a retomada da entidade para as mãos da categoria que, “nos últimos tempos, passa por diversos e graves problemas, especialmente quando envolvem as condições de trabalho (salariais, principalmente) e a saúde dos quase 12 mil trabalhadores”, aponta a candidata oposicionista.

A Força Sindical, com forte influência no setor de alimentação catarinense, é quem liderou a formação da chapa de oposição. A CUT é a responsável pelo grupo de situação. A Chapa 2, a da Suelli Duarte, tem na sua formação legal (35 candidatos) 19 mulheres, a maioria dos candidatos, seguindo uma tendência normal do setor que absorve um grande contingente feminino.

NOTA DO EDITOR – Apesar das inúmeras tentativas, nossos repórteres não conseguiram localizar os membros da comissão eleitoral. Razão por que deixamos de informar o nome do encabeçador da chapa 1 e demais detalhes do pleito. Um email expedido também não teve resposta, até 17h  20min  desta quarta-feira,19/10/2016.

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1 Comentário

  1. Ao contrario ao que diz a matéria acima, a CUT não apoia a chapa da situação , pois como o autor cita , o sindicato esta sub judice , e quem atualmente esta a frente é uma junta governativa indicada pelo MPT.
    A chapa formada pela Força sim ,contou com a ajuda de pessoas de confiança da antiga direção que desviou mais de 3 milhões . E agora vem se fazer de RENOVAÇÂO. Façam o favor né. Vão é dar o sindicato para os mesmos administrarem e continuarem a fazer os acordos que só beneficiam os patrões , e os trabalhadores vão continuar sem o auxilio do sindicato .

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