Resposta pronta: SC também vai ter um sindicato exclusivo de garçons

Com apoio velado da NCST, da UST (União Sindical dos Trabalhadores), da Contracs (Confederação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços), da Federação dos Trabalhadores, Empregados e Empregadas no Comércio e Serviços do Estado do Ceará (Fetrace), do Sigaban (Sindicato dos Garçons, Barmens e Maitres do Rio de Janeiro) – Santa Catarina também poderá ter uma entidade representativa dos garçons. 
O primeiro passo foi dado nesta terça-feria, em Caçador (SC), onde estiveram profissionais de várias partes do Estado. 
Ao que se informa, é possível que as camareiras se juntem a este movimento que ganha força em todo o Brasil. 
A pífia atuação dos atuais órgãos de representação têm dado lugar ao crescimento da insatisfação dos profissionais que há anos lutam por melhores condições de trabalho. Nesse sentido, a principal delas é a questão da regulação da chamada gorjeta – 10% acrescidos nas notas de serviços – cuja luta não conta com o engajamento da maioria dos atuais sindicato. 
Os garçons mais antigos e prestes a se aposentar sustentam que o desinteresse notório da maioria dos dirigentes sindicais em todo o País tem levado a situações verdadeiramente dolorosas. 
A visão tacanha de alguns deles os impedem de vislumbrar as grandes transformações do mercado de trabalho, onde a área de serviços é a mais afetada e, por via de consequência, a atividade de garção, entre outras, é a mais afetada. 
Em Santa Catarina, o movimento tende a crescer fortemente com a adesão de importantes setores que já algum tempo nutrem a idéia de sindicato próprio.

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